VISUALIZAÇÕES

23 outubro 2011

Resenha básica de filme


Resenha de Isabela Boscov:


Texto de Isabela Boscov transformado em uma resenha básica:

Ruim, mas bom

               O alemão Marcus Nispel dirige esta nova versão de Conan, o Bárbaro (Conan the Barbarian, Estados Unidos, 2011), desde sexta-feira em cartaz no país.
               A história começa com o bebê Conan sendo arrancado do útero da mãe, numa cesariana forçada, pelo próprio pai e prossegue com o menino decapitando meia dúzia de guerreiros de dentes afiados.
               O filme é "ruim, mas bom" porque há atuações ridículas e atuações surpreendentemente boas. E também porque é exagerado, mas não abusa do 3 D.

Outros argumentos para o terceiro parágrafo:

O filme é "ruim, mas bom"
  • porque é cafona, mas tem efeitos bonitos.
  • porque não tem pé ou cabeça, mas tem muitas cenas de violência, o que é a missão de uma produção como esta.