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21 agosto 2015

Série Karas, de Pedro Bandeira

Queridos leitores.

Li todos os livros da Série Karas, de Pedro Bandeira.

Para quem ainda não conhece a série, fiz um resuminho de cada livro:

A droga da obediência (1984) foi o primeiro livro. Os Karas, Miguel, Calu, Magri, Crânio e Chumbinho, enfrentam o terrível Dr. QI, que quer dominar a humanidade com a droga da obediência.

Em Pântano de sangue (1987), o segundo livro, são levados para o Pantanal de Mato Grosso, onde lutam contra o crime organizado e defendem os jacarés, os índios e a natureza.

O terceiro livro é Anjo da morte (1988). Para tentar impedir o renascimento do nazismo, eles encaram Kurt Kraut, um ex-oficial nazista, que matou milhares de pessoas em um campo de concentração, na Segunda Guerra Mundial.

Além de investigar o sequestro de um cientista americano, que inventou o remédio para uma doença incurável, no quarto livro, A droga do amor (1994), Miguel, Calu e Crânio disputam o amor de Magri. Será o fim do grupo?

O grupo, em Droga de americana! (1999), o quinto livro, investiga o sequestro no Brasil de Peggy, filha do presidente dos Estados Unidos.

Finalmente, terminei a leitura de A droga da amizade (2014), de Pedro Bandeira!

Como postei ontem no Facebook, gostei muito da história, mas parece que ficou faltando algo...

Pedro Bandeira, usando um narrador onisciente de terceira pessoa, explora os pensamentos e sentimentos de Miguel.

Em cada capítulo, já adulto, o líder dos Karas recorda aventuras já contadas nos livros anteriores e outras desconhecidas, que tornam a leitura muito interessante.

Porém é ele também que conta o que aconteceu com cada um da turma. Com exceção de uma outra personagem, os outros Karas não têm voz.

Será que a história vai continuar? Pedro Bandeira, escreve:

“Ainda há muito a ser feito. Os Karas venceram muitas batalhas, mas a guerra ainda está longe, muito longe de terminar! O que importa são os Karas e os Karas têm de continuar!”.
Com quem Magri ficou? Aí vai a resposta:
Eu sei, mas não vou contar!!!

Gostei também de alguns comentários sobre o colégio Elite e, para reflexão de professores e alunos, publiquei no Face o seguinte trecho do livro: