VISUALIZAÇÕES

18 janeiro 2016

Li e recomendo: "Brejo das Almas", de Carlos Drummond de Andrade.


SINOPSE


Publicado em 1934, mesmo ano em que Carlos Drummond de Andrade deixaria Belo Horizonte em direção ao Rio de Janeiro - onde desempenharia funções no ministério de Gustavo Capanema -, Brejo das Almas traz um conjunto consistente - e hoje perene - de poemas. Antecedendo o registro mais político e social de Sentimento do mundo e A rosa do povo - publicados na década de 1940 -, este livro mostra um Drummond interessado nos mistérios de eros, observando as engrenagens do amor e do desejo com uma ironia autodestrutiva e umanonchalance tipicamente modernista.



Enfileirando clássicos drummondianos como “Boca”, “Soneto da perdida esperança”, “O amor bate na aorta” e “Hino nacional”, entre outras pedras de toque do nosso modernismo, Brejo das Almas tem a particularidade de trazer, pela primeira vez na obra do poeta mineiro, um soneto - algo que as hostes modernistas rechaçaram de forma enérgica. Mais uma demonstração de ironia e espírito livre deste grande poeta.

http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=13491